quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O termo Síndrome da Alienação Parental (SAP) foi criado pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner em 1985. Segundo Gardner, a SAP relaciona-se com a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para desfazer os laços de afetividade com o outro genitor, criando sentimentos negativos a esse genitor.
Conforme o site Alienação Parental, os casos mais frequentes da SAP estão relacionados a situações onde o divórcio provoca, em um dos genitores, uma tendência vingativa crescente, desencadeando um processo de desmoralização do ex-cônjuge. Para atingir seus objetivos utiliza-se o filho para atingir o ex-parceiro(a).
Algumas estratégias são desenvolvidas pelo genitor alienante para atingir o genitor alienado a citar: limita o contato da criança com o outro genitor, aplica pequenas punições a criança quando esta manifesta satisfação ao se relacionar com o genitor alienado, fazer com que a criança pense que foi abandonada, provocar conflitos entre o genitor alienado e a criança, dentre outros.
Segundo o site Pais Para Sempre, os efeitos sobre as crianças vítimas da SAP são devastadores. Estas se apresentam impacientes e nervosas, propensas à depressão, uso de drogas, violência, desenvolvimento de doenças psicossomáticas e até o suicídio.
Atualmente, a alienação também é feita por outros parentes tais como avó influenciando o neto a ficar contra o pai ou mesmo a mãe contra a tia da criança, por exemplo. O que deve ser ressaltado é que os filhos precisam tanto de pai quanto de uma mãe. E eles não são objetos para serem utilizados para alcançar os objetivos de quem quer seja.

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